Quinta-feira, 24 de Junho de 2010
O Rádio

INTRODUÇÃO HISTÓRICA
Em 1831 Faraday no desenvolvimento dos seus trabalhos de investigação, descobre que a corrente eléctrica actuando sobre um Iman provoca uma corrente de sinal contrário num outro Iman colocado perto. Trata-se da "indução" cuja descoberta rapidamente conduz os estudos para o âmbito da transmissão de sinais sem a utilização de fias. Por outro lado, as equações de Maxwell deixam prever, pelo menos teoricamente, a existência de ondas electromagnéticas.


Cerca de 1888, Hertz descobre experimentalmente a existência de tais ondas. Os trabalhos que se seguem produzidos por Onesti, Branly e especialmente Marconi, com a invenção da antena, conduzem em breve ao estabelecimento das comunicações de longa distância.
Desta forma, em 1898, Marconi consegue transmitir um sinal telegráfico sem fias (TSF) entre Wimereux e um porto da costa inglesa, distando cerca de 30 quilómetros. Em 1901 as transmissões já atingem cerca de 300 quilómetros. Durante os dez anos que se seguem, centenas de espíritos investigadores - os primeiros radioamadores - aperfeiçoam mais ou menos empiricamente a qualidade e o alcance da emissão. Entretanto, a maioria dos Estados chama a si o exclusivo das comunicações radioeléctricas.


No início do século vinte julga-se que somente com grandes comprimentos de onda e com elevadas potências serão possíveis as ligações de longa distancia. Dessa forma, os monopólios estatais entregam aos radioamadores a exploração das ondas curtas (menos do que 300 metros) e as potências consideradas reduzidas (inferiores a 1000 watts). No decorrer dos anos 20, os radioamadores americanos conseguem estabelecer com os colegas da Grã-Bretanha comunicações bilaterais em fonia. Em finais de 1923, um amador francês de Nice, L. Deloy (F8 AB), permuta telegramas com um amador americano no comprimento de onda dos 100 metros.


A partir daqui as ligações vão sendo estabelecidas cada vez com comprimentos de onda menores. As próprias estações oficiais passam a utilizar comprimentos de onda inferiores a 100 metros para cobrirem longas distâncias.


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A Televisão

A história da televisão deve-se a grandes matemáticos e físicos, pertencentes às ciências exatas que entregaram para as ciências humanas um grande e poderoso veículo. Desde o início do século XIX, os cientistas estavam preocupados com a transmissão de imagens a distância e foi com o invento de Alexander Bain, em 1842, que obteve-se a transmissão telegráfica de uma imagem (fac-símile), atualmente conhecido como fax.

 

Em 1817, o químico sueco Jons Jakob Berzelius descobriu o Selênio, mas só 56 anos depois, em 1873, que o inglês Willoughby Smith comprovou que o Selênio possuía a propriedade de transformar energia luminosa em energia elétrica. Através desta descoberta pôde-se formular a transmissão de imagens por meio de corrente elétrica.

Em 1884, o jovem alemão Paul Nipkow inventou um disco com orifícios em espiral com a mesma distância entre si que fazia com que o objeto se subdividisse em pequenos elementos que juntos formavam uma imagem.


Disco de Nipkow
Paul Nipkow

 

Em 1892, Julius Elster e Hans Getiel inventaram a célula fotoelétricaum sinal elétrico. Em que transformou cada subdivisão em 1906, Arbwehnelt desenvolveu um sistema de televisão por raios catódicos, sendo que o mesmo ocorreria na Rússia por Boris Rosing. O sistema empregava a exploração mecânica de espelhos somada ao tubo de raios catódicos. Em 1920, realizaram-se as verdadeiras transmissões, graças ao inglês John Logie Baird, através do sistema mecânico baseado no invento de Nipkow. Quatro anos depois, em 1924, Baird transmitiu contornos de objetos a distância e no ano seguinte, fisionomias de pessoas. Já em 1926, Baird fez a primeira demonstração no Royal Institution em Londres para a comunidade científica e logo após assinou contrato com a BBC para transmissões experimentais. O padrão de definição possuía 30 linhas e era mecânico.

 

 

Nesse período, em 1923, o russo Wladimir Zworykin patenteou o iconoscópio, invento que utilizava tubos de raios catódicos. Em 1927, também Philo Farnsworth patenteou um sistema dissecador de imagens por raios catódicos, mas com nível de resolução não satisfatório. Zworykin foi convidado pela RCA a encabeçar a equipe que produziria o primeiro tubo de televisão, chamado orticon, que passou a ser produzido em escala industrial a partir de 1945.

 

Iconoscópio

 

Em março de 1935, emite-se oficialmente a televisão na Alemanha, e em novembro na França, sendo a Torre Eiffel o posto emissor.

 

Primeiro estúdio francês de TV

 

Em 1936, Londres utiliza imagens com definição de 405 linhas e inaugura-se a estação regular da BBC. No ano seguinte, três câmeras eletrônicas transmitem a cerimônia da Coroação de Jorge VI, com cerca de cinqüenta mil telespectadores.

 

Na Rússia, a televisão começa a funcionar em 1938 e nos Estados Unidos, em 1939. Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi o único país da Europa a manter a televisão no ar. Paris voltou com as transmissões em outubro de 1944, Moscou em dezembro de 1945 e a BBC em junho de 1946, com a transmissão do desfile da vitória. Em 1950, a França possuía uma emissora com definição de 819 linhas, a Inglaterra com 405 linhas, os russos com 625 linhas e Estados Unidos e Japão com 525 linhas. Em setembro desse mesmo ano, inaugura-se a TV Tupi de São Paulo, pertencente ao jornalista Assis Chateaubriand, dono dos Diários Associados, com sistema baseado no americano. Em resumo pode-se dizer que a câmera de TV capta as imagens, decompondo-as em sinais elétricos que são mandados para um centro eletrônico, o modulador (aparelho que modula as ondas em um oscilador). Os sinais são enviados em forma de ondas por uma grande antena transmissora que é encaminhada ao aparelho receptor que desfaz os sinais, recompondo-os em sua disposição original, reproduzindo na tela a imagem transmitida. A formação da imagem é instantânea. O dispositivo eletrônico utiliza-se de pontinhos, aos invés de linhas, conseguindo desenhar o frame (imagem) inteiro a cada 1/25 de segundo. Para transmitir a imagem de um lugar para outro utilizou-se antenas, mas como as ondas são em linha reta ficou difícil transmitir para o outro lado do globo terrestre, devido a curvatura, buscando deste modo uma solução espacial. Em 23 de julho de 1962, a primeira transmissão via satélite, o satélite artificial Telstar, lançado pela NASA dos EUA.

 

Início das Transmissões em Cores

As transmissões regulares em cores, nos Estados Unidos, começaram em 1954. Mas já em 1929, Hebert Eugene Ives realizou, em Nova Iorque, as primeiras imagens coloridas com 50 linhas de definição por fio, cerca de 18 frames por segundo. Peter Goldmark aperfeiçoou o invento mecânico fazendo demonstrações com 343 linhas, a 20 frames por segundo, em 1940. Vários sistemas foram criados, mas todos iam de encontro a uma forte barreira: se um sistema novo surgisse, o que fazer com os aparelhos antigos preto e branco que já eram cerca de 10 milhões no início dos anos 50? Criou-se nos Estados Unidos um comitê especial para, no sentido literal, colocar cor no sistema preto e branco. Esse comitê recebeu o nome de National Television System Committee (também encontrado como National Television Standards Committee), cujas iniciais serviriam para dar nome ao novo sistema, NTSC. O sistema desenvolvido baseava-se em utilizar o padrão preto e branco que trabalhava com níveis de luminância (Y) e acrescentaram a crominância (C), ou seja a cor. O princípio de captar e receber as imagens em cores está na decomposição da luz branca em três cores primárias que são vermelho (R de red), o verde (G de green) e o azul (B de blue). Numa proporção de níveis de 30% de R, 59% de G e 11% de B. Na recepção o processo é inverso, a imagem se compõe através da somatória das cores no pixel, ou seja, nos pontos da tela do televisor.


Em 1967, entra em funcionamento, na Alemanha, uma variação do sistema americano, resolvendo algumas debilidades desse sistema que recebeu o nome de Phase Alternation Line, dando as iniciais para o sistema PAL. Nesse mesmo ano, entrou na França o SECAM (Séquentielle Couleur à Mémoire), mas não compatível com o sistema preto e branco francês. A primeira transmissão oficial em cores no Brasil ocorreu em 31 de março 1972. O desenvolvimento da TV foi tão grande que os canais disponíveis de VHF (very high frequency, freqüência muito alta) ficaram saturados, ampliando assim a utilização da faixa de UHF (ultra-high frequency, freqüência ultra-alta). Assim os fabricantes de televisores foram obrigados a construir um aparelho capaz de captar todos os canais para que os programas da faixa de UHF ficassem acessíveis.

fonte:http://www.tudosobretv.com.br/

 



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O Telefone

Há muita controvérsia sobre a invenção do telefone, que geralmente tem sido atribuída a Alexander Graham Bell.

Entretanto, como reconheceu o Congresso dos Estados Unidos através da resolução 269, de 15 de junho de 2002, o aparelho foi inventado por volta de 1860 pelo italiano Antonio Meucci, que o chamou telettrofono..

 

A primeira demonstração pública da invenção de Meucci teve lugar em1860, e teve sua descrição publicada num jornal de língua italiana de Nova Iorque. Meucci criou o telefone com a necessidade de comunicar-se com sua esposa, esta era doente e por isso ficava de cama no seu quarto no andar superior. O laboratório de Meucci ficava no térreo, assim ele não tinha condições cuidar da esposa e trabalhar ao mesmo tempo, daí ele inventou o telefone, a fim de que se sua esposa precisasse dele não tivesse que gritar ou sair de seu leito. Os primeiros telefones no Brasil foram instalados no Rio de Janeiro. Em 1883 a cidade contava com 5 centrais telefônicas, cada uma com capacidade para 1000 linhas, e também funcionava a primeira linha interurbana, ligando o Rio a Petrópolis.

 

Campinas foi a terceira cidade do mundo a ter uma linha telefônica (logo após Chicago e o Rio de Janeiro).

No Rio Grande do Sul o serviço telefônico foi instalado em 1885, em Pelotas, com a União Telefônica.

A primeira empresa brasileira foi a Brazilian Telephone Co., que depois de passar por diversos proprietários, foi incorporada, em junho de 1889, à Brasilianische Elektrizitäts Gesellschaft, com sede em Berlim, que ganhou uma concessão de 30 anos.

Em 1906, um incêndio destruiu a central telefônica na Praça Tiradentes (Rio de Janeiro), deixando a cidade sem telefone por 7 meses.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Telefone


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A Impressão com Tipos Móveis

Uma pessoa chinesa ficaria surpresa ao ouvir que Johannes Gutenberg inventou a impressão na Alemanha há aproximadamente 550 anos. Na verdade, a arte da impressão é muito mais antiga. Ela se desenvolveu primeiro na Asia Oriental e séculos antes de Gutenberg nascer, por volta dos 1400, as chineses conheciam o sistem dos "tipos móveis" [movable characters]. Tipos esculpidos em ossos, bronze, cerâmica e lajes de pedra são evidência do uso da escrita na China já no milênio 5 a.C. A escrita tornou-se reproduzível em larga escala quando as chinesas inventaram o papel há mais ou menos 2.200 anos atrás. Naquela época, o papel era feito de fibras de canhamo [hemp fiber], depois de panos de seda ou casca de amoreira e outras matérias primas exóticas. E funcinou: de repente grandes superfícies para escrita estavam disponíveis e podiam ser facilmente reproduzidas.

 

Logo veio à tona a questão da reprodução de caracteres. Abrasões chineses [chinese abrasions] e impressões simples de inscrições em pedra sobre papel são consideradas formas antigas de impressão. Elas possibilitaram diretamente o espraiamento de textos. No século II d.C., mais ou menos na mesma época em que no mundo ocidental o emperador romando Marco Aurélio gravada seus pensamentos filosóficos em rolos de papiro e dependia de escribas para duplicação, na China desde o ano 175 -- segundo a nossa maneira de calcular o tempo -- [of our time calculation] os principais trabalhos da literatura chinesa clássica eram talhados em tábuas de pedra. Milhares de cópias eram feitas por impressão simples: papel úmido era pressionado nas inscrições de pedra e então varria-se o papel com tinta, que destacava, em branco, os caracteres talhados, em contraste com o papel enegrecido pela tinta. [Imagine que o texto é talhado numa laje de pedra, em baixo relevo. Então o papel, úmido, é colocado sobre a laje e escova-se o papel inteiro, com tinta escura. O papel não entra em contato com as áreas em baixo relevo, ou seja, o texto. Assim, o texto aparece no papel sem tinta, em contraste com as outras áreas que ficaram pintadas]. O estágio seguinte foi o chamado impressão em blocos de madeira [woodblock pringing] no século VII: cada caractere era talhado espelhado [in reverse] num pedaço de madeira, removendo-se toda a madeira ao seu redor. Esse talho em alto relevo era tingido e encostado no papel, produzindo assim a impressão positiva do texto desejado.

 

Por muitos séculos esse foi o principal método de impressão de livros religiosos e cotidianos [religious and everyday books], cartas de baralho, calendários, papel moeda e retratos [pictures] na China. O sofisticado sistema de administração e educação chinês da dinastia Song (960 a 1269) causo o boom da impressão. Assim, enciclopédias, manuais e coleções de literatura de todos os tipos foram produzidas. O método de impressão com madeira foi usado na China até o fim do século XIX. Mas por volta de 1040, quando na Europa o conquistador William [William the Conqueror] ainda passava sua infância na Normandia, um chinês chamado Bi Sheng já experimentava com tipos móveis, tipos individuais de impressão feitos de cerâmica. Ele arranjava os tipos em placas de ferro, formando o texto completo, e os fixava com uma camada de cera e resina. Estes eram entam impressos. Para usar os caracteres novamente, aquecia-se a placa de ferro até que a cera ou resina derretesse e soltasse os tipos de cerâmica. 300 anos depois surgiu o primeiro caractere de madeira.

 

Daí era só um pequeno passo até a manufatura tipo de madeira individuais em tamanhos uniformes para poder montá-los em blocos padronizados. Logo foram realizados experimentos de sucesso com caracteres de cobre, chumbo ou latão. Mas a impressão com tipos móveis nunca se consagrou na China até o final do último século. A razão é óbvia: Enquanto a impressão tradicional com tábuas de madeira inteiras demandavam um espaço enorme para armazenamento, as milhares e milhares de caracteres chineses impedia a composição simples e, sobretudo, rápida, de tábuas de impressão de letras móveis.

 

Em comparação, foi muito mais simples para Gutenberg, com apenas 26 caracteres e uns poucos caracteres auxiliares para arranjar palavras! Na Ásia apenas as coreânas alcançaram esse passo crucial. Elas desenvolveram uma escrita alfabética chamada "Han'gull", quase na mesma época da invenção de Gutenberg na Alemanha. Essa escrita consistia incialmente de 28, e depois 24, caracteres e foi apresentada oficialmente na coréia no ano de 1444 -- quase na mesma data (1452 a 1455) em que Gutenberg imprimiu sua famosa bíblia em Mainz.

fonte:http://anexo.birosca.org



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A Lâmpada Elétrica

A primeira lâmpada elétrica foi obra de um grande cientista americano, Tomas Alva Edison, que a fabricou cerca de 1880. Antes disso, já se havia empregado a energia elétrica para iluminação com as lâmpadas em arco, que, todavia, não eram práticas e serviam apenas para a iluminação das ruas e de alguns logradouros públicos. Essas lâmpadas eram constituídas por duas hastes de carvão, pontudas com os dois extremos a pouca distância: fazendo passar a corrente, formava-se uma descarga elétrica, muita luminosa, entre uma ponta e outra.

Edison compreendeu que as lâmpadas a arco não podiam, por certo, ter muita difusão, e teve uma idéia brilhante, isto é, a de tornar incandescente um fio sutilíssimo de carvão, dentro de um espaço em que houvesse sido retirado o ar: de tal modo, o carvão podia arder, sem consumir-se rapidamente: assim, quando ele conseguiu realizar o vácuo no interior de uma pequena ampola de vidro, tinha aparecido a primeira lâmpada.

 

Muito interessante foram, sem dúvida, as experiências que o cientista americano tentou para obter uma luz elétrica durável e resplendente. A princípio, ele usou um filamento de platina, para torná-la incandescente, mas este metal era muito caro; depois, experimentou, pondo-os de lado numerosos outros metais. Afinal, tentou com um filamento de carvão, empregando um mero fio de algodão. A primeira lâmpada fabricada com este tipo de filamento, contido num tubo de vidro sem ar, resistiu por mais de quarenta horas, assinalando um recorde não desprezível para a época. Mas Edison não parou aqui; experimentou outros filamentos de papelão carbonizado e, depois, de bambu, também carbonizado. Este último permaneceu em uso por mais de dez anos e ele foi substituído, primeiro, pela celulose e, depois, pelo atual tungstênio.

Neste ponto, vemos a que se deve o aparecimento de luz no interior da lâmpada. É preciso saber que, quando a corrente elétrica passa através de um fio de metal ou através de qualquer meio condutor, encontra uma certa resistência em sua passagem: este efeito (efeito joule, nome do físico inglês que o descobriu) tem como conseqüência que a energia se transforma, em parte, em calor, e o calor produzido será maior ou menor, segundo a resistência do condutor. É, este, o princípio sobre o qual está baseado o funcionamento das estufas elétricas e dos ferros elétricos, nos quais há filamentos que apresentam uma grande resistência à passagem da corrente (por isso, comumente chamados resistências) e produzem muito calor.

 

Explorando o mesmo efeito no filamento de uma substância que, se tornando incandescente, emita uma notável luminosidade, pode-se produzir luz. Foi essa a idéia que orientou Edison na realização da primeira lâmpada, e os fatos que lhe deram razão, porque, desde, estão as lâmpadas incandescentes encontraram um sucesso incontestável. Somente no Brasil, consomem-se, hoje, várias dezenas de milhões de lâmpadas por ano, ao passo que, no mundo inteiro consomem-se bilhões.

 

As lâmpadas que usamos são, naturalmente, diferente daquelas de Edison, isto é, das primeiras que eram bem rudimentares. Nos pequenos globos de vidro, ao invés do vácuo, há um gás especial, inerte, que se combina facilmente, e por isso não permite ao filamento queimar-se, e, ao mesmo tempo permite também, alcançar altíssimas tmperaturas, o que não era possível com o vácuo. O filamento de uma lâmpada comum (de tungstênio) torna-se incandescente a temperaturas que beiram os 3.000 graus!

 

O funcionameno da lâmpada incandescente é simplíssimo: a corrente elétrica, que é produzida pelas centrais hidroelétricas e termoelétricas, chega, através da tomada de rosca, que serve para inserir a lâmpada no soquete, a duas pequenas antenas de metal, que são escoradas por um suporte de vidro: as duas antenas transmitem, por suas vez, a corrente ao filamento, que se torna incandescente.

O filamento, porém, não é inalterável, depois de um certo período de tempo, se gasta e quebra-se: é o que acontece quando dizemos que a lâmpada "queimou".

fonte:http://netopedia.tripod.com



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A roda

A HISTÓRIA DA RODA

 

Nas sociedades primitivas, cabia às mulheres carregar os objetos domésticos de seu grupo ao mudarem de moradia. Mas a necessidade de poder carregar peso além da força humana fez com que os seres humanos começassem a usar animais domesticados, muito mais resistentes, para levar carga. Conta-se que os egípcios colocavam troncos de árvore, à maneira de cilindros, para transportar cargas pesadas. Daí teria surgido o eixo fixo com discos de madeira nas extremidades. Mas a idéia da roda já fazia parte de símbolos do sistema solar cultivados pelos primitivos. Uma de suas referências era o sol parecendo rodar em volta da Terra.
O vestígio mais antigo do uso da roda em veículos é o desenho de uma carroça numa placa de argila encontrada na Suméria (Mesopotâmia), de 3.500 a.C. Ao que tudo indica, tratava-se de um carro fúnebre com rodas compostas: duas tábuas arredondadas presas de ambos os lados de uma tábua central. Em 2.000 a.C., os sumérios colocaram raios no lugar da estrutura maciça. Esse projeto, mais apropriado para ser atrelado à rapidez do cavalo do que à força do boi, foi aplicado primeiro nos carros de guerra. Em uma peça encontrada na Mesopotâmia, de 2.500 a.C., o aro era preso à roda com pregos de cobre. Os aros de metal apareceram 500 anos mais tarde. Em cerca de 1.500 a.C., os egípcios construíram bigas leves, com quatro rodas.
Por volta de 1870, foram introduzidos os raios de arame na roda de bicicleta. Na década seguinte já se usava o pneu de borracha, cheio de ar, com uma cobertura de couro, para cobrir as rodas. Mais tarde vieram os aros de madeira, os de ferro fundido e, no início do século XX, os de aço. Todos são usados nas rodas de diferentes veículos até os dias de hoje.

fonte:http://netserv.em.com.br


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Terça-feira, 1 de Junho de 2010
Politica de privacidade

Politicas de Publicidade e Privacidade do blog – “As maiores invenções do Homem”, no endereço “http://invencoes.blogs.sapo.pt/”

 

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Adm.



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