Sexta-feira, 25 de Junho de 2010
A Tomografia Computadorizada

A construção da primeira máquina de tomografia ocorreu em 1972 no "THORN EMI Central Research Laboratories", em Inglaterra, por Godfrey Newbold Hounsfield. Uma grande parte da pesquisa foi suportada graças à contribuição da banda The Beatles, sendo considerada um dos seus maiores legados, a par com a sua música.
A tomografia computadorizada ou computorizada (TC), originalmente apelidada tomografia axial computadorizada/computorizada (TAC), é um exame complementar de diagnóstico por imagem, que consiste numa imagem que representa uma secção ou "fatia" do corpo. É obtida através do processamento por computador de informação recolhida após expor o corpo a uma sucessão de raios X.
Uma das principais desvantagens da TC é devida ao facto de utilizar radiação X. Esta tem um efeito negativo sobre o corpo humano, sobretudo pela capacidade de causar mutações genéticas, visível sobretudo em células que se estejam a multiplicar rapidamente. Embora o risco de se desenvolverem anomalias seja baixo, é desaconselhada a realização de TCs em grávidas e em crianças, devendo ser ponderado com cuidado os riscos e os benefícios. Apesar da radiação ionizante X, o exame torna-se com o passar dos anos o principal metodo de diagnostico por imagem, para avaliação de estruturas anatomicas com densidade significativa. O custo do exame nao é tao caro como outrora, se comparado ao raios x convencional. Oferecendo ao profissional medico um diagnostico rapido e cada vez mais confiavel.
A principal vantagem da TC é que permite o estudo de "fatias" ou secções transversais do corpo humano vivo, ao contrário do que é dado pela radiologia convencional, que consiste na representação de todas as estruturas do corpo sobrepostas. É assim obtida uma imagem em que a percepção espacial é mais nítida.

Outra vantagem consiste na maior distinção entre dois tecidos. A TC permite distinguir diferenças de densidade da ordem 0,5% entre tecidos, ao passo que na radiologia convencional este limiar situa-se nos 5%.

Desta forma, é possível a detecção ou o estudo de anomalias que não seria possível senão através de métodos invasivos, sendo assim um exame complementar de diagnóstico de grande valor.

fonte:www.xtimeline.com



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O Termômetro

A invenção do termômetro é geralmente atribuída a Galileu Galilei, que em 1592 usou um tubo invertido, cheio de ar e água, no qual a elevação de temperatura exterior produzia dilatação do ar e a conseqüente alteração do nível da água.

Termômetro é todo instrumento capaz de medir a temperatura dos sistemas físicos. Os tipos mais comuns de termômetros são os que se baseiam na dilatação do mercúrio. Outros determinam o intervalo de temperatura mediante o aumento da pressão de um gás ou pela curvatura de uma lâmina bimetálica. Alguns empregam efeitos elétricos, traduzidos pelo aparecimento de correntes elétricas quando o ponto de solda de dois metais diferentes é aquecido.

A variação da resistência elétrica de alguns condutores resulta da mudança de temperatura. Outros, ainda, baseiam-se em efeitos ópticos, como a comparação de brilho de um filamento, observado através de um filtro, com o brilho da imagem do objeto cuja temperatura se deseja obter.

 

História

Assim como o termômetro de Galileu, muitos outros construídos ainda no século XVII eram de pouca confiabilidade, pois diversas causas, particularmente a pressão atmosférica, intervinham na medição. O primeiro a superar essas dificuldades foi, no início do século XVIII, Daniel Gabriel Fahrenheit, que fabricou um termômetro por dilatação de mercúrio e com isso estabeleceu os princípios da termometria. A técnica que adotou para construir seu termômetro é a mesma empregada até hoje e representou o primeiro passo para oestudo científico do calor.

O termômetro de Fahrenheit adotava como referências a temperatura de ebulição da água, a que atribuiu o valor arbitrário de 212o, e a de uma mistura de água, gelo, sal e amônia, à qual atribuiu o valor de zero graus. A criação dessa escala arbitrária causou uma série de dúvidas. Na mesma época, René-Antoine Ferchault de Réaumur inventou uma escala em que atribuiu o valor zero à temperatura de fusão do gelo e o estipulou em 80o a da ebulição da água. A primeira escala centígrada foi criada pelo pesquisador sueco Anders Celsius em 1742. Celsius usou 0o para a temperatura de ebulição da água e fixou em 100o a temperatura de fusão do gelo. Os dois extremos foram mais tarde invertidos e, dessa maneira, a escala centígrada foi amplamente usada.

Com o aperfeiçoamento dos instrumentos de medida e a formulação das teorias termodinâmicas, descobriu-se um meio de calcular a menor temperatura possível, correspondente a um estado em que as moléculas de gás permanecem imóveis. O valor dessa temperatura, denominada por Lord Kelvin "zero absoluto", foi fixado em -273o C. Kelvin propôs uma nova escala que adota as divisões da escala Celsius, mas deslocando o zero para designar o zero absoluto. Assim, a fusão do gelo passou a ter o valor de 273 K (Kelvin), enquanto fixava-se a ebulição da água em 373 K.

 

Tipos de termômetro

Os termômetros a líquido, baseados da propriedade de dilatação dos corpos, são os mais empregados pela facilidade de seu manejo. O de mercúrio é o mais comum de todos, que consiste basicamente num bulbo cheio de mercúrio ligado a um tubo capilar, ambos contidos num recipiente de vidro de forma tubular e graduado. Ao dilatar-se, o mercúrio sobe pelo capilar. Para aferir rudimentarmente esse tipo de termômetro, mergulha-se o bulbo numa mistura de água e gelo e marca-se o zero onde a coluna estacionar. Mergulha-se depois o instrumento na água em ebulição e faz-se nova marca. Em seguida, divide-se o espaço em cem partes iguais, que passam a representar um intervalo de temperatura igual a um grau Celsius (um grau centesimal ou C).

 

Máximas e mínimas

Nos postos de observação e controle, empregam-se termômetros especiais, que indicam as temperaturas mais elevada e mais baixa registradas num determinado espaço de tempo. Isso se consegue mediante o emprego de um tubo capilar em forma de U, com um bulbo em cada extremidade. O tubo contém mercúrio na parte central e álcool nos bulbos, que ficam parcialmente cheios. Em seu interior existem dois índices de ferro, que podem deslizar quando impelidos pelo mercúrio, mas que não caem por ação do próprio peso.

Quando a temperatura se eleva, o mercúrio sobe num dos tubos, empurrando o respectivo índice, que não retorna quando o mercúrio se contrai. Quando a temperatura baixa, o mercúrio e o álcool se contraem, enquanto o outro índice recua até uma posição da qual não volta mais. Para recolocar os índices em contato com o mercúrio, basta empregar um pequeno ímã, que ao atrair o ferro, leva-o à posição desejada.

 

Pirômetros

Para medir temperaturas muito elevadas, empregam-se os pirômetros. O pirômetro óptico consta de uma luneta dotada de filtro (geralmente vermelho), no interior da qual há uma lâmpada de filamento de tungstênio. Dirigindo-se a luneta para o objeto que se encontra a temperatura elevada e, portanto, emitindo luz, sua imagem, com a lâmpada apagada, aparece brilhante e salientando o filamento negro.

Acendendo-se a lâmpada, cujo brilho pode ser controlado por um potenciômetro calibrado segundo uma escala termométrica, pode-se fazer com que a silhueta do filamento desapareça, ou seja, com que ele emita uma luz com distribuição espectral igual à da luz emitida pelo objeto.

 

Termômetros metálicos

Os mais conhecidos termômetros metálicos baseiam-se nos fenômenos de dilatação e termoeletricidade. Os do primeiro tipo podem ser construídos de modo semelhante aos termômetros a líquido: uma barra, retilínea ou não, ao dilatar-se, move um ponteiro registrador. Os mais usados e precisos termômetros desse tipo exploram a diferença de dilatabilidade entre materiais como prata e platina, ferro e cobre etc. Para isso, constroem-se lâminas bimetálicas de forma espiralada que se curvam conforme aumente ou diminua a temperatura. Nesse movimento, a lâmina arrasta, em sua extremidade, um ponteiro que percorre uma escala graduada ou registra graficamente a variação de temperatura num papel em movimento. Nesse último caso, tem-se um termógrafo.

Autoria: Gilmar Lima

www.coladaweb.com



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A Ponte Pênsil

Ponte pênsil ou ponte suspensa é um tipo de ponte sustentada por cabos ou tirantes de suspensão. As primeiras pontes suspensa modernas, com plataformas niveladas, são datadas dos século XIX, porém existem relatos desse modelo de ponte desde o século III. As pontes de suspensão simples, que são utilizadas por pedestres ou por rebanhos animais, são construídas de acordo com as antigas pontes de corda Incas. Sua sucessora são as pontes estaiadas.

 

A forma que conhecemos hoje de ponte pênsil foi formada no início do século XIX. Um dos primeiros exemplos desse tipo de tempo são as pontes de Menai e Cowny (inaugurada em 1826) no norte do País de Gales e na zona oeste de Londres. Desde então pontes como essas começaram a ser construídas em todas as partes do mundo. Esse tipo de construção de ponte foi a única encontrada para transpor grandes distâncias e não interferir no tráfego de barcos. Atualmente a maior ponte suspensa do mundo é a Ponte Akashi-Kaikyo, no Japão.

fonte:http://pt.wikipedia.org



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O Ar-Condicionado

Em 1902, o jovem engenheiro norte-americano Willys Carrier inventou um processo mecânico para condicionar o ar, tornando realidade o controle do clima. Sua invenção viria a ajudar a indústria. Uma empresa de Nova York estava tendo problemas com trabalhos de impressão durante os quentes meses de verão. 0 papel absorvia a umidade do ar e se dilatava. As cores impressas em dias úmidos nãÆo se alinhavam, gerando imagens borradas e obscuras.

Carrier acreditava que poderia retirar a umidade da fábrica através do resfriamento do ar. Para isto, desenhou uma màquina que fazia circular o ar por dutos resfriados artificialmente. Este processo, que controlava a temperatura e umidade, foi o primeiro exemplo de condicionamento de ar por um processo mecânico. Porém, foi a indústria têxtil o primeiro grande mercado para o condicionador de ar, que logo passou a ser usado em diversos prédios e instalações de indústrias de papel, produtos farmacêuticos, tabaco e estabelecimentos comerciais.

A primeira aplicação residencial foi em uma mansão de Minneapolis, em 1914. Carrier desenhou um equipamento especial para residências, maior e mais simples do que os condicionadores de hoje em dia. No mesmo ano, Carrier instalou o primeiro condicionador de ar hospitalar, no Allegheny General Hospital de Pittsburgh. 0 sistema introduzia umidade extra em um berçario de partos prematuros, ajudando a reduzir a mortalidade causada pela desidratação.

Nos anos 20, o ar condicionado tomou-se mais acessível ao público em muitos prédios públicos. 0 aparelho teve seu "debut" em público em 1922, no Grauman's Metropolitan Theatre em Los Angeles. Na verdade, o condicionador ajudou a indústria cinematográfica, pois, nos meses de verão, a freqüência dos cinemas caía muito e várias salas fechavam nesse período.

Carrier equipou a Câmara dos Deputados dos EUA em 1928, o Senado Americano em 1929 e os escritórios executivos da Casa Branca em 1930, tornando mais agradável o trabalho no verão quente e úmido de Washington. Os vagões da ferrovia B&O foram os primeiros veículos de passageiros a possuírem condicionadores de ar, em 1930.

Também nos anos 30, Willis Carrier desenvolveu um sistema que viabilizou o ar condicionado em arranha-céus. A distribuição do ar em alta velocidade através de dutos "Weathermaster", criada em 1939, economizava mais espaço do que os sistemas utilizados na época. Nos anos 50, os modelos residenciais de ar condicionado começaram a ser produzidos em massa. Nesta é‚poca, em 1950, Willis Carrier morreu.

Em 1952, a Carrier desenvolveu a primeira produção em série de unidades centrais de condicionadores de ar para residências. O estoque foi vendido em duas semanas. Dez anos depois, estas centrais não eram mais novidade, e ainda hoje trazem soluções em todas as partes do mundo.

Fonte:  http://www.springer.com.br



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O Radar

O primeiro Radar foi construído em 1904, por C. Hülsmeyer na Alemanha, naquela época não houve utilidade prática para o dispositivo, de baixa precisão, construção difícil, e sistema de detecção de eco ineficiente.

Em 1934, Pierre David, revisando teoria eletromagnética, encontrou o estudo realizado pelo alemão, iniciou então, experiências para o desenvolvimento de um sistema de detecção por ondas de rádio em alta frequência, eficiente para a localização de aviões. Simultaneamente, Henri Gutton e Maurice Ponte, conseguiram criar um dispositivo de detecção que funcionou com grande precisão.

Em 1935, foi instalado o primeiro sistema de Radiotelemetria no navio Normandie com o objetivo de localizar e prevenir a aproximação de obstáculos.

No início da Segunda Guerra Mundial, Watson Watt, melhorou e desenvolveu novas tecnologias, utilizando o sistema de telemetria fixa e rotatória.

Em função da melhoria e da exatidão do processamento de sinal e eco por radiofrequência, foi aprovado um projeto de instalação piloto para detecção de aeronaves inimigas, na costa da Inglaterra. Em função do sucesso alcançado desta estação, foram instaladas muitas outras em todo o País.

Os radares foram muito importantes na previsão de ataques inimigos, pois os ingleses sabiam com precisão a distância, velocidade e direção do ataque, tendo tempo de dar o alarme para a população se proteger, diminuindo imensamente as baixas civis, apesar do bombardeio constante efetuado pelos alemães.

As Potências do Eixo, também estavam a desenvolver sistema similar, porém seu uso era diferente, os radares alemães, eram para aumentar a precisão de tiro, facilitando o direcionamento dos projéteis ao alvo.


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O Braille

O Sistema Braille é um código universal de leitura tátil e de escrita, usado por pessoas cegas, inventado na França por Louis Braille, um jovem cego. Reconhece-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e a integração dos deficientes visuais na sociedade.

Antes desse histórico invento, registraram-se inúmeras tentativas, em diferentes países, no sentido de encontrar-se um meio que proporcionasse às pessoas cegas condições de ler e escrever. Dentre essas tentativas, destaca-se o processo de representação dos caracteres comuns com linhas em alto-relevo, adaptado pelo francês Valentin Hauy, fundador da primeira escola para cegos no mundo, em 1784, na cidade de Paris, denominada Instituto Real dos Jovens Cegos. 
Foi nessa escola, onde os estudantes cegos tinham acesso apenas à leitura, pelo processo de Valentin Hauy, que estudou Louis Braille. Até então, não havia recurso que permitisse à pessoa cega comunicar-se pela escrita individual.

Louis Braille, ainda jovem estudante, tomou conhecimento de uma invenção denominada sonografia, ou código militar, desenvolvida por Charles Barbier, oficial do exército francês. O invento tinha como objetivo possibilitar a comunicação noturna entre oficiais nas campanhas de guerra. 

Baseava-se em doze sinais, compreendendo linhas e pontos salientes, representando sílabas na língua francesa. O invento de Barbier não logrou êxito no que se propunha, inicialmente. O bem-intencionado oficial levou seu invento para ser experimentado entre as pessoas cegas do Instituto Real dos Jovens Cegos.

A significação tátil dos pontos em relevo do invento de Barbier foi a base para a criação do Sistema Braille, aplicável tanto na leitura como na escrita por pessoas cegas e cuja estrutura diverge fundamentalmente do processo que inspirou seu inventor. O Sistema Braille, utilizando seis pontos em relevo dispostos em duas colunas, possibilita a formação de 63 símbolos diferentes, usados em textos literários nos diversos idiomas, como também nas simbologias matemática e científica em geral, na música e, recentemente, na Informática.

A partir da invenção do Sistema Braille, em 1825, seu autor desenvolveu estudos que resultaram, em 1837, na proposta que definiu a estrutura básica do sistema, ainda hoje utilizada mundialmente. Comprovadamente, o Sistema Braille teve plena aceitação por parte das pessoas cegas, tendo-se registrado, no entanto, algumas tentativas para a adoção de outras formas de leitura e escrita e ainda outras, sem resultado prático, para aperfeiçoamento da invenção de Louis Braille.
Apesar de algumas resistências mais ou menos prolongadas em outros países da Europa e nos Estados Unidos, o Sistema Braille, por sua eficiência e vasta aplicabilidade, impôs-se definitivamente como o melhor meio de leitura e de escrita para as pessoas cegas.

O Sistema Braille consta do arranjo de seis pontos em relevo, dispostos em duas colunas de três pontos, configurando um retângulo de seis milímetros de altura por aproximadamente três milímetros de largura. Os seis pontos formam o que se convencionou chamar "cela Braille". Para facilitar sua identificação, os pontos são numerados da seguinte forma:
do alto para baixo, coluna da esquerda: pontos 123;
do alto para baixo, coluna da direita: pontos 456.


Conforme forem combinados os pontos entre si, formar-se-ão as letras; por exemplo, o ponto 1, sozinho, representa o "a".




É fácil saber qual dos pontos está determinado, pois são colocados sempre na mesma disposição.
As diferentes disposições desses seis pontos permitem a formação de 63 combinações, ou símbolos Braille. As dez primeiras letras do alfabeto são formadas pelas diversas combinações possíveis dos quatro pontos superiores (1245); as dez letras seguintes são as combinações das dez primeiras letras, acrescidas do ponto 3, e formam a segunda linha de sinais. A terceira linha é formada pelo acréscimo dos pontos 3 e 6 às combinações da primeira linha.

Os símbolos da primeira linha são as dez primeiras letras do alfabeto romano (a-j). Esses mesmos sinais, na mesma ordem, assumem características de valores numéricos 1-0, quando precedidas do sinal do número, formado pelos pontos 3456.

No alfabeto romano, vinte e seis sinais são utilizados para o alfabeto, dez para os sinais de pontuação de uso internacional, correspondendo aos 10 sinais da primeira linha, localizados na parte inferior da cela Braille: pontos 2356. Os vinte e seis sinais restantes são destinados às necessidades específicas de cada língua (letras acentuadas, por exemplo) e para abreviaturas.

Doze anos após a invenção desse sistema, Louis Braille acrescentou a letra "w" ao décimo sinal da quarta linha para atender às necessidades da língua inglesa.
Os chamados "Símbolos Universais do Sistema Braille" representam não só as letras do alfabeto, mas também os sinais de pontuação, números, notações musicais e científicas, enfim, tudo o que se utiliza na grafia comum, sendo, ainda, de extraordinária universalidade; ele pode exprimir as diferentes línguas e escritas da Europa, Ásia e África.

Em 1878, um congresso internacional realizado em Paris, com a participação de onze países europeus e dos Estados Unidos, estabeleceu que o Sistema Braille deveria ser adotado de forma padronizada, para uso na literatura, exatamente de acordo com a proposta de estrutura do sistema, apresentada por Louis Braille em 1837, já referida anteriormente.

O Sistema Braille aplicado à Matemática também foi proposto por seu inventor, em 1837. Nesta época foram apresentados os símbolos fundamentais para algarismos, bem como as convenções para a Aritmética e para a Geometria.

De lá para cá, novos símbolos foram criados, determinados pela evolução técnica e científica, e outros foram modificados, provocando estudos e tentativas de se estabelecer um código unificado, de caráter mundial, o que foi inviabilizado pela acentuada divergência entre os códigos.

fonte:www.senai.br

 


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publicado por adm às 23:17
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O Microscópio

Não se sabe ao certo quando as lentes foram inventadas. Já em 721 a.C, há relato de um cristal de rocha recortado com propriedades de ampliação. Contudo, as lentes passaram a ser realmente conhecidas e utilizadas por volta do ano 1280, na Itália, com a invenção dos óculos. Com sua rápida popularização, logo começaram as primeiras experiências de combinação de lentes para aplicação em instrumentos de ampliação de imagens, resultando na criação do primeiro microscópio composto (duas ou mais lentes).

 

O crédito pela invenção do microscópio é dado ao holandês Zacharias Jansen, por volta do ano 1595. Como era muito jovem na época, é provável que o primeiro microscópio, com duas lentes, tenha sido desenvolvido pelo seu pai, Hans Jansen. Contudo, era Zacharias quem montava os microscópios, distribuídos para realeza européia. No início, o instrumento era considerado um brinquedo, que possibilitava a observação de pequenos objetos.

 

O século XVII foi um período de grande interesse pelos microscópios. A própria palavra microscópio foi oficializada na época pelos membros da Academia dei Lincei, uma importante sociedade científica. Contudo, ainda havia dúvidas sobre a importância do instrumento para a ciência. A magnificação dos objetos obtida, em torno de nove vezes, não permitia observar coisas realmente novas. Ainda não se suspeitava que uma estrutura presente em todos os tecidos vivos logo estaria ao alcance dos nossos olhos, com a ajuda dos microscópios: a célula.

 

No final do século XVII, os microscópios sofreram uma mudança em seu desenho básico. Devido provavelmente à instabilidade do sistema lateral de sustentação, um tripé de apoio passou a ser utilizado. O primeiro esquema de microscópio com tripé foi divulgado na Alemanha em 1631. Contudo, somente em 1683, o microscopista inglês John Yarwell construiu o primeiro modelo de que se tem notícia.

Fonte: www.invivo.fiocruz.br



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O Cronometro

O cronómetro é semelhante a um relógio de bolso, possuindo um grande mostrador para indicar os segundos e fracções de segundo. Por vezes, para uso científico mede até aos milésimos de segundo. Possui um movimento de relojoaria, com um escape de âncora especial, que permite assegurar que o impulso inicial e a travagem se façam com extrema precisão.
Actualmente a grande maioria dos cronómetros são electrónicos.
As navegações oceânicas a partir do século XV apresentavam um problema quanto à determinação da longitude. Um dos métodos mais simples e directo implicava a medição do tempo, mas nessa altura os relógios de bordo eram as ampulhetas cujos erros grosseiros não permitiam o seu uso para a realização de cálculos.
Para a construção do primeiro cronómetro foram precisos vários avanços técnicos na relojoaria. Em 1671 William Clement concebe o escape de âncora.
Em 1714 o Parlamento Britânico prometeu uma recompensa a quem descobrisse um método prático para o cálculo da longitude no mar. Faltava pois um aparelho com grande precisão e fiabilidade.
Foi John Harrison (1693-1776) que, em 1735, construiu o primeiro cronómetro marítimo que pesava 35kg. Foi ensaiado pela marinha inglesa a bordo do Centurion numa viagem a Lisboa. 
Este inventor aperfeiçoou o cronómetro tanto em precisão como em tamanho. Foram vários os modelos que ele concebeu e o último ficou concluído em 1760. Pesava somente 1,5 kg e foi testado numa viagem à Jamaica.
Apesar do grande sucesso que foi a invenção do cronómetro os comandantes tinham receio na fiabilidade do novo instrumento. Este só começou a ser usado regularmente em meados do século XIX com o aparecimento da emissão de um sinal horário que permitia o acerto destes.

fonte:www.infopedia.pt



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O Relógio

De uma forma muito simples, um relógio é um instrumento que permite medir intervalos de tempo. A origem desta palavra é o latim horologium, que também significa relógio. 
Este dispositivo surgiu devido à necessidade de calcular períodos de tempo mais pequenos que os dias, mês lunar e ano. Como tal é uma das invenções mais antigas da humanidade.


Um dos primeiros relógios a serem utilizados foi o relógio do sol que utilizava a luz diurna para calcular intervalos de tempo. Foi utilizado até há relativamente pouco tempo, antes da invenção de outros mecanismos. Claro que tem como limitação ser necessário que não haja nebulosidade que cubra o astro rei e obviamente não funciona no período da noite. Assim era necessário que existissem outros mecanismos que ultrapassassem estas limitações. Foram por isso criadas outras formas de medir o tempo. Entre elas podemos encontrar as velas e incenso. Ao arderem a uma velocidade conhecida e mais ou menos constante era possível conhecer os intervalos de tempo que levava determinada quantidade de vela ou incenso a arder. Um outro mecanismo há muito utilizado é a ampulheta. Neste caso é colocada areia num recipiente que tem um pequeno orifício por onde passa a areia. Como se trata de uma velocidade controlada, modificando o tamanho do orifício e a quantidade de areia era possível saber quanto tempo tinha passado desde o primeiro momento em que a areia começou a atravessar o orifício.


A clepsidra foi um outro mecanismo inventado para medir o tempo. A clepsidra é um relógio de água. O mecanismo é semelhante ao de uma ampulheta. Existem dois recipientes, um superior e outro inferior, em que o inferior possui uma escala graduada e se encontra inicialmente vazio. Ao colocar água no recipiente superior, este vai gradualmente para o recipiente inferior. Ao observar a escala é possível saber que tempo é que decorreu desde o primeiro momento em que a água começou a cair no recipiente inferior. Juntamente com o relógio de sol, este é um dos mecanismos mais antigos utilizados para medir o tempo. Não se sabe exactamente quando é que começou a ser utilizado, mas existem vestígios deste tipo de relógio do século XVI a.C., na Babilónia e Egipto. Este relógio sofreu alguns desenvolvimentos ao longo dos tempos, quer na Grécia, quer na China.


Mas não havia uma grande necessidade de ter aparelhos que fossem muito precisos, ou portáteis, se bem que foram sendo melhorados. Os relógios eram utilizados principalmente na astronomia e astrologia e para saber o tempo decorrido em determinadas actividades. Mas com o surgimento da revolução industrial surge também a necessidade de controlar de forma precisa o número de horas de trabalho levado a cabo pelos trabalhadores. Esta necessidade fez com que se procurasse criar mecanismos cada vez mais precisos e funcionais e não os métodos tradicionais usados até então. Para além do facto de ser necessário um mecanismo relativamente portátil que permitisse o seu uso fácil.


Isto não quer dizer que não existissem mecanismos antes deste período. Foram aproveitados os relógios utilizados anteriormente e eram utilizados sinos que indicavam que se deveria dar inicio a alguma actividade ou parar algo que se estava a fazer. Este sinos eram tocados manualmente, havendo um controlo do tempo através de aparelhos de medição do tempo, ou accionados por algum mecanismo mecânico como pesos ou rodas. Existem muitas referências a relógios no século XIII e por isso é possível que tenha sido inventado nesta época mecanismos de medição de tempo. Começa aqui a utilização do mecanismo oscilatório o que permitiu um grande avanço na criação de relógios.


Mas a importância dos relógios não era apenas devido à sua capacidade de medir períodos de tempo específicos. Também são muito importantes na navegação. Não é difícil calcular a latitude, mas para calcular a latitude é necessário uma medição de tempo precisa. Também este factor levou ao desenvolvimento de relógios mais precisos que não fossem afectados pelos movimentos do próprio navio em alto mar.


No século XIV os relógios já apresentavam os mecanismos básicos de um relógio mas mesmo assim havia a necessidade de criar relógios mais pequenos e de aumentar a precisão dos relógios existentes. Os relógios de mola surgem no século XVI. Mas a invenção que permitiu uma maior precisão foi a invenção do pêndulo, ao ser determinado matematicamente a relação entre o movimento do pêndulo e o tempo. Era um relógio relativamente preciso mas ainda era necessário resolver o problema da navegação, visto que os movimentos do barco iriam alterar os movimentos do pêndulo, deixando este de ter a precisão requerida nos cálculos necessários para determinar a posição do barco.


A tentativa de criar relógios cada vez mais precisos nunca parou. Cada vez mais se foi aperfeiçoando os mecanismos. Foi aperfeiçoado o sistema de pêndulo. Só mais tarde é que surgem os relógios de quartzo que utilizam um cristal de quartzo e um contador de frequência para calcular o tempo. Actualmente também são utilizados relógios atómicos que usam as transições de energia de determinados elementos como o césio, rubídio ou hidrogénio que através de um oscilador microondas calcula o tempo. São os relógios mais precisos e os relógios de césio são os relógios utilizados para oficialmente determinar as horas.

fonte:www.sobre.com.pt



publicado por adm às 23:13
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O Elevador

Em 1500 a.C, os egípcios já utilizavam rudimentares elevadores para elevar as águas do rio Nilo, através de tração animal e humana. A partir daí, com a Revolução Industrial, principalmente, essas formas de tração foram sendo substituídas pela energia do vapor e logo após, pela eletricidade. 

Em 1853, o empresário americano Elis Graves Otis inventou o primeiro elevador de passageiros. Os primeiros elevadores eram muito lentos; para um passageiro alcançar o oitavo andar de um prédio, levava em média 2 minutos. Atualmente, alguns elevadores são capazes de atingir a velocidade de 550 m/min, o que significa dizer que são mais de 45 vezes mais rápidos do que os seus antecessores. 

Os elevadores brasileiros começaram a ser fabricados em 1918. Era o cabineiro, girando uma manivela, que fazia com que o elevador subisse ou descesse. As portas eram abertas e fechadas manualmente. 

Com a construção de edifícios mais altos, o transporte movido à manivela foi substituído por sistemas elétricos mais complexos que dispensavam o serviço dos cabineiros. Hoje em dia, os elevadores contam com modernos sistemas, que permitem grande conforto e segurança aos usuários.

fonte:www.brasilescola.com



publicado por adm às 23:11
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